segunda-feira, 20 de maio de 2013

E ESSE É O TAMANHO DA NOSSA FERIDA...


Casos de estupro no Rio de Janeiro aumentam 56% em quatro anos

Segundo estatísticas do Instituto de Segurança Pública (ISP), foram 6.029 casos no ano passado, ante 3.846 ocorrências em 2008

  • Cirilo Junior
    Direto do Rio de Janeiro
Os casos de estupro no Estado do Rio de Janeiro aumentaram 56,7% nos últimos quatro anos. Segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP), 6.029 crimes deste tipo foram registrados no ano passado contra 3.846 em 2008. 
A escalada da violência sexual não está restrita às áreas mais nobres da cidade do Rio, apesar do destaque que os muitos crimes tiveram nos últimos meses. As regiões mais carentes e afastadas o estupro é uma rotina assustadora. Em alguns locais da zona sul, como Copacabana, a média é de uma ocorrência por mês, conforme os dados relativos a março deste ano. Por outro lado, determinadas regiões da Baixada Fluminense registram média de até 1,5 estupros por dia.

Número de estupros registrados no Rio de Janeiro por ano:

É o caso da área que abrange as cidades de Nova Iguaçu e Mesquita. Em março, por exemplo, foram 46 casos, o que significa que ocorreram 4,06 estupros para cada 100 mil habitantes. A região é a campeã em um triste ranking: dados do “Dossiê Mulher 2013”, editado pelo ISP, coloca a Área Integrada de Segurança Pública 20 (Aisp 20) como a com maior registro de ocorrência de violência sexual. Em 2012, 518 estupros foram contabilizados, uma alta de 19% na comparação com o ano anterior.
Em Duque de Caxias, as quatro delegacias da cidade registraram 35 estupros no mês de março, o que indica uma média de 3,99 estupros a cada 100 mil habitantes. Somente na 59ª DP, no centro de Duque de Caxias, foram verificados 18 casos naquele período.
Historicamente, a região também é uma das líderes neste tipo de crime. No ano passado, o número de ocorrências (319) cresceu 59,5% em relação a 2011. Entre as 39 áreas integradas de segurança divididas, a região de Duque de Caxias foi a segunda que teve mais registros de estupro em 2012.

Áreas Integradas de Segurança Pública (Aisp) que lideram estatísticas de estupro no Rio:

A Aisp 24, que abrange cidades como Japeri, Paracambi, Seropédica, Itaguaí e Queimados, teve 18 estupros no mês de março, o que aponta para uma média de 3,67 casos para cada 100 mil habitantes. Em 2012, foi a quarta região com mais registros, com 210 ocorrências, pouco acima das 207 observadas no ano anterior.
“As regiões da Baixada sempre tiveram mais casos. Às vezes, elas se alternam, uma passa à frente da outra, mas é onde há mais registros”, avalia a socióloga Andreia Soares Pinto, do ISP, uma das responsáveis pela elaboração do “Dossiê Mulher”.
Ao mesmo tempo, na região de Copacabana, foi observado um caso de estupro no mês de março, o que significa 0,61 estupro a cada 100 mil habitantes. Apesar de a área de Copacabana, na Aisp 19, ter sido uma das que teve menos registros de estupro em 2012, houve um acréscimo significativo no último ano. Foram 31 ocorrências em 2012, quase o triplo em relação a 2011.
Na Aisp 2, que engloba os bairros de Botafogo, Cosme Velho, Humaitá, Catete, Glória, Laranjeiras e Urca, também houve o registro de um estupro no mês de março, o que indica uma média de 0,41 estupro a cada 100 mil habitantes. Em janeiro e fevereiro deste ano, ocorreram dois estupros, em cada período.
Ainda na zona sul, na Aisp 23, área que reúne Ipanema, Leblon, Gávea, Jardim Botânico, Rocinha, Lagoa, São Conrado e Vidigal, não houve registro de violência sexual no mês de março. Antes, tanto em janeiro quanto em fevereiro, foram observados quatro casos, o que significa uma média de 1,65 estupros a cada 100 mil habitantes.
Do total das áreas de segurança, a Aisp 23 ficou em 34º lugar, com o registro de 45 estupros. Na comparação com o ano anterior, houve incremento significativo: 73% de alta em relação aos dados de 2011. 
2012 teve média de 36,9 estupros no ano a cada 100 mil habitantes
De 2011 para 2012, os registros de estupro no Rio cresceram 23,7%. Em 2011, as 4.871 ocorrências representaram uma taxa anual de 30,1 estupros a cada 100 mil habitantes. No ano passado, os 6.029 casos significaram uma taxa anual de 36,9 estupros a cada 100 mil habitantes. Em 2008, eram 24,6 casos de violência sexual para cada 100 mil habitantes. “São casos que têm maior abalo social. Qualquer variação para cima, mesmo que pequena, é um sinal de alerta”, observa a socióloga. 
Do total de estupros em 2012, 82,8% tiveram mulheres como vítimas. Em relação a 2011, houve um acréscimo de 24,1% de casos de abuso sexual entre pessoas do sexo feminino.
A especialista do ISP ressalta que esse incremento no número de casos pode estar ligado ao fato de mais ocorrências estarem sendo comunicadas pelas vítimas. Segundo ela, a divulgação de campanhas para denunciar esse tipo de crime, associada ao maior conhecimento da Lei Maria da Penha, que pune de forma mais severa agressões a mulheres, e à disseminação de delegacias especializadas, contribuíram para que os casos abusos fossem relatados. Ao mesmo tempo, Andreia acredita que muitos casos não são comunicados, pelo temor das vítimas em denunciar, e até mesmo pela vergonha de se expor.
Crianças de até 14 anos são as maiores vítimas de estupro
As estatísticas dos casos de estupro no Rio de Janeiro apontam que crianças e adolescentes são as principais vítimas desse tipo de crime. Em 2012, do total de ocorrências, 51,4% foram contra meninas de até 14 anos. Já 15,4% das vítimas tinham de 15 a 19 anos.
“Essas meninas mais novas são mais vitimizadas porque são mais indefesas, não assimilam a ação de cara. As meninas mais velhas já sabem se defender mais, tanto que 51% das tentativas de estupro ocorrem contra mulheres de 15 a 29 anos”, destaca a socióloga.
Na maior parte dos casos, o agressor é conhecido da vítima. O grupo formado por companheiros, ex-companheiros, pais, padrastros, parentes ou pessoas do círculo de amizades da vítima representa 51,1% dos acusados. Os dados mostram que 22% das mulheres vítimas de estupro foram também vítimas de violência doméstica.
Vítimas de estupro recebem tratamento diferenciado em centros de apoio
O trauma causado pela violência sexual é considerado um dos mais pesados para as mulheres, maiores vítimas desse tipo de crime. Algumas levam anos em tratamentos para se recuperar, psicologicamente, do ataque sofrido, lembra Adriana Mota, coordenadora executiva da Subsecretaria de Políticas para as Mulheres (SPMulheres). Ela coordena o apoio do Estado às mulheres vítimas de violência. No Rio, isso é feito pelo governo estadual em centros de apoio a vítimas de violência gerenciadas pelo Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (Cedim). São três unidades, situadas em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, em Manguinhos, na zona norte do Rio, e no centro. Além disso, existem centros disponibilizados pelas prefeituras, cuja relação pode ser encontrada no site da Cedim.

Vítimas de estupro por sexo em 2012:

As vítimas recebem apoio de psicólogos, assistentes sociais e advogados. Não há tempo previsto para o tratamento, explica Adriana. As vítimas têm assistência até que possam minimizar os traumas e estejam aptas a seguir, reagir e ir em frente. Cada vítima tem um plano individual de tratamento, ao contrário de vítimas de agressões físicas, que, em muitos casos, recebem atendimento coletivo.
“É um tratamento diferenciado. É elaborado um plano individual. Algumas usuárias frequentam há muitos anos. Outras se recuperam mais rápido, e seguem tocando a vida, sem ajuda psicológica. Mas algumas têm grandes dificuldades de superar o trauma”, afirma Adriana.
Embora não possa mensurar o volume de mulheres que deixam de procurar apoio, Adriana reconhece que existe um contingente considerável que não é atendido. Segundo ela, devido à vergonha de se expor, e até mesmo por receio da reação do agressor, que muitas vezes mora com a própria vítima.
“Muitas têm dificuldade de buscar o serviço, especialmente pela vergonha em se expor. Para algumas, é difícil abrir e se expor em relação à agressão sofrida”, comenta.
Ainda assim, argumenta Adriana, vem se observando, de forma geral, maior confiança e procura nos centros. Isso ocorre, segundo ela, pelas campanhas feitas em meios de comunicação, conclamando as vítimas a denunciar o ato violento e procurar ajuda psicológica.
No centros oferecidos pelo governo estadual, a maior parte das vítimas é oriunda de áreas carentes. Adriana confirma que existe uma grande demanda na Baixada Fluminense, onde há um número mais significativo de ocorrências de violência sexual. Apesar de menores de idade serem vítimas mais comuns de estupros, esses centros não são aptos a atender pessoas dessa faixa etária, que são encaminhadas para bases de apoio a menores e adolescentes.

sábado, 18 de maio de 2013

Ainda surpresos???


Porteiro é preso suspeito de estuprar e matar menina de 8 anos em SP

Vítima brincava com uma das quatro filhas do suspeito nos momentos que antecederam o crime, disse delegado

Após depoimento de quatro horas, suspeito confessou o crime Foto: Vagner Magalhães / Terra
Após depoimento de quatro horas, suspeito confessou o crime
Foto: Vagner Magalhães / Terra
  • O porteiro Andreus Vieira Batista, 34 anos, foi preso na manhã desta sexta-feira, em Cidade Tiradentes, zona leste de São Paulo, acusado de estuprar e matar uma menina de 8 anos na última quarta-feira. De acordo com a polícia, o crime aconteceu no interior do veículo do suspeito, dentro da garagem de um vizinho, que era alugada por ele.
Segundo Itagiba Franco, delegado do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, Batista confessou o crime, após um depoimento de cerca de quatro horas. Franco afirma que ele alegou à polícia que a motivação para o crime foi sexual e que a menina foi morta porque poderia reconhecê-lo. O porteiro é pai de quatro meninas e uma delas brincava com a vítima nos momentos que antecederam a morte. A vítima foi morta com golpes de alicate e de uma chave de rodas.
"O crime foi tão sórdido, tão asqueroso, maldoso... Não se sabe como o ser humano pode agir dessa maneira. A menina era vizinha dele. As crianças brincavam na rua e ela se escondeu dentro da garagem. Foi quando ele a rendeu e cometeu o crime", disse. O corpo da garota foi encontrado horas depois em um terreno baldio, a cerca de 5 quilômetros do local da morte.
O dono da garagem, Alexandre de Oliveira Machado, foi ouvido pela polícia na tarde de quinta-feira e liberado em seguida, já que não havia nenhuma acusação de que ele tivesse colaborado com Batista para a realização do crime.
'Não se sabe como o ser humano pode agir dessa maneira', disse delegado Foto: Vagner Magalhães / Terra
'Não se sabe como o ser humano pode agir dessa maneira', disse delegado
Foto: Vagner Magalhães / Terra
Apesar disso, populares invadiram a residência de Machado nesta sexta-feira e depredaram a casa. Móveis foram retirados do interior do local e queimados no meio da rua. "Para nós, ele (Batista) disse que atuou sozinho, mas ainda estamos investigando a possibilidade de ele ter contado com a colaboração de alguém", disse Franco.
O delegado conta que a prisão do porteiro se deu depois de uma denúncia da própria irmã de Batista. "Soubemos que ele passou a noite nas imediações da rodoviária da Barra Funda e que de manhã seguiu para a casa dela", 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Estupro

  Acho que já está na hora de nos acostumarmos a ler este tipo de noticia... e claro não nos surpreender com elas


Oficiais da Marinha são suspeitos de 
estuprar adolescente, diz polícia



Estupro coletivo ocorreu em Foz do Iguaçu, no Paraná, afirma polícia.
Todos foram detidos e a garota deve receber acompanhamento psicológico.

Uma adolescente de 14 anos foi vítima de um estupro coletivo em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, segundo a Polícia Civil. Entre os suspeitos estão três marinheiros e um adolescente, também de 14 anos. O caso aconteceu na tarde de quinta-feira (16) e os suspeitos foram detidos na manhã desta sexta-feira (17). Todos já foram ouvidos.
De acordo com o delegado Getúlio Vargas, responsável pelo caso, a menina saiu da escola mais cedo e foi convidada por um dos rapazes a ir para a casa de um colega, oficial da Marinha, no bairro Morumbi. Na casa, os três marinheiros, a menor e o outro adolescente consumiram uma grande quantidade de bebida alcoólica.
No início da noite, a garota foi levada pelos próprios suspeitos à Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Além do estado de embriaguez, os plantonistas identificaram os sinais de violência sexual sofrida pela jovem e informaram a polícia. Investigadores foram até a unidade de saúde por volta das 23h para levantar as primeiras informações.
Ainda segundo o delegado, a garota disse não se lembrar de detalhes do que aconteceu, mas informou o local para onde havia sido levada. Com os dados, os três suspeitos, de 19, 20 e 21 anos, foram identificados, localizados e presos em flagrante. Eles foram encaminhados ao Batalhão do Exército, onde ficarão detidos O menor foi encaminhado ao Centro de Socioeducação (Cense) de Foz do Iguaçu.
Abuso
Ao serem interrogados, os três negaram envolvimento no crime, confirmaram que estavam na casa e presenciaram o estupro – segundo eles, praticado apenas pelo garoto de 14 anos, mas não impediram o abuso sexual. Para confirmar a violência, o delegado solicitou os exames de conjunção carnal. O laudo será anexado ao inquérito que será repassado ao Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria). A vítima deverá receber assistência psicológica.
“Ela estava bastante alcoolizada e inconsciente, sem poder oferecer qualquer resistência e foi forçada a praticar o ato sexual”, comentou o delegado ao explicar que os envolvidos responderão pelo crime de estupro de vulnerável. A pena prevista é de oito a quinze anos de prisão.
O comando da Capitania Fluvial do Rio Paraná, em Foz do Iguaçu, adiantou que os suspeitos responderão criminal e administrativamente pelo caso.
   E mais uma vez a população é quem vai pagar o pato...


Tarifas do Metrô e dos trens vão subir em 1º de junho, 

diz Alckmin



Haddad confirmou que aumento dos ônibus vai ocorrer no mesmo mês.
Prefeito e governador devem definir o valor até o dia 25 de maio.

Do G1 São Paulo
alckmin haddad (Foto: Vanessa Carvalho/ Brazil Photo Press/ Estadão Conteúdo)Alckmin e Haddad participaram de evento nesta
sexta-feira. (Foto: Vanessa Carvalho/ Brazil
Photo Press/ Estadão Conteúdo)
As tarifas do Metrô e dos trens vão subir a partir de 1º de junho, disse nesta sexta-feira (17) o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB).
Os ônibus municipais também sobem no mesmo mês, provavelmente na mesma data, segundo o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT).
Tanto Alckmin quanto Haddad não informaram o percentual do reajuste.  O aumento no transporte público, que normalmente ocorre no começo do ano, foi adiado após acordo do prefeito e do governador com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para ajudar a conter a alta da inflação.
A confirmação do aumento em 1º de junho foi dada por Alckmin em evento com o prefeito no qual foi assinado decreto para a cessão de área do PET, antigo Ceret, para a Prefeitura de São Paulo. "Em relação à tarifa, o reajuste é em 1º de junho. O número ainda não está fechado, tem que ser encaminhado em até cinco dias à Assembleia", disse Alckmin.

Haddad também foi questionado sobre o reajuste do ônibus. O prefeito informou que o aumento deve ocorrer no início do mês que vem e também não divulgou o valor.
"A minha orientação é que a Secretaria de Transportes faça todos os estudos, provavelmente vai ser no sábado, dia primeiro, conforme anunciado em janeiro. Cinco meses antes do reajuste, nós dissemos que ia ser em junho, no começo de junho, é o mais provável", afirmou.
Haddad disse que pediu à Secretaria de Transportes que busque um valor menor que a inflação acumulada desde o último reajuste, há dois anos. Alckmin também disse que busca um valor menor que a alta dos preços.
Alckmin e Haddad têm até 25 maio para enviar à Assembleia Legislativa e à Câmara Municipal, respectivamente, o valor do reajuste. Eles disseram que estudos estão sendo feitos para determinar a nova tarifa.
Previsão e adiamentos
A previsão de o reajuste ocorrer até o fim do primeiro semestre já havia sido informado pelo governador e pelo prefeito de São Paulo em abril. O aumento dos transportes públicos ocorria geralmente no início do ano. Desta vez, tanto Alckimin quanto Haddad optaram por adiar o reajuste a pedido do ministro da Fazenda, Guido Mantega, diante da alta da inflação.
“Meu compromisso com o governo federal em função da política de combate à inflação, com a qual eu concordo inteiramente, foi postergar o reajuste. Já faz dois anos e meio do último reajuste. Então, a Prefeitura vem suportando com subsídios um período muito longo, dois anos e meio, praticamente. Nós faremos o reajuste em junho conforme anunciado", afirmou Haddad em abril.
Alckmin também justificou adiar o aumento a pedido de Mantega. “Normalmente o reajuste de trem e metrô é em fevereiro, a cada 12 meses. No sentido de colaborar e evitar a alta da inflação, nós também estamos cobrindo um subsídio importante, provavelmente também será em junho”, afirmou Alckmin no mês passado.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Até quando ainda vamos aturar essas atitudes calados???


Aluna escreve carta para professora e diz ser abusada pelo pai, em Goiás


Uma adolescente de 15 anos escreveu uma carta para a professora denunciando que o pai dela, de 32 anos, a estuprava, em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal. No texto, ela conta que é abusada há cinco anos. A professora entregou a carta ao Conselho Tutelar, que avisou à Polícia Militar. O suspeito foi preso em flagrante, na quinta-feira (9).
A garota detalhou os abusos na carta. “Era espancada todos os dias, como
 Em depoimento à Polícia Civil, a mãe da adolescente afirmou que soube do caso somente na semana passada. A mulher alegou ainda que foi ameaçada pelo companheiro para que não denunciasse.De acordo com a delegada Dilamar Aparecida de Castro , será investigado se o estupro acontecia com conivência da mãe. “Nós vamos verificar toda essa situação. Há necessidade de investigação para que possamos concluir os fatos”, afirma. O pai da garota prestou depoimento e, em seguida, foi encaminhado para o presídio de Luziânia.
também sofria de abuso sexual”, escreveu.



quarta-feira, 8 de maio de 2013

Complementando a matéria anterior


Estupros seriam para santificar vítimas, diz delegado sobre pastor preso no Rio

Do UOL, no Rio
  • Reprodução/ADUD
    A polícia ainda investiga a ligação do pastor com crimes de homicídio, associação ao tráfico e lavagem de dinheiro
    A polícia ainda investiga a ligação do pastor com crimes de homicídio, associação ao tráfico e lavagem de dinheiro
O delegado Márcio Mendonça, titular da DCOD (Delegacia de Combate às Drogas), afirmou nesta quarta-feira (8), que o pastor Marcos Pereira, da Assembleia de Deus dos Últimos Dias, preso na noite de terça-feira (7) acusado de estupro, fazia orgias com homens, mulheres e menores dentro de uma igreja em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. O pastor alegaria que as pessoas estavam possuídas por demônios e precisavam ter relações sexuais com ele, que era uma pessoa santa.
Pereira teve a prisão preventiva decretada em dois processos e responde a mais três inquéritos na Justiça, também por estupro. A polícia ainda investiga a ligação do pastor com crimes de homicídio, associação ao tráfico e lavagem de dinheiro. Em nome da igreja, há um apartamento de luxo em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, a avaliado em R$ 8 milhões.
"Ele tem uma oratória fantástica e abusava de fiéis que trabalhavam como voluntários da igreja. Usava o poder do convencimento. Quando não dava certo, ele usava a força bruta. Jogava a mulher na cama e atacava", explicou o delegado.
Pereira foi preso na rodovia Presidente Dutra, quando ia para o apartamento de Copacabana, saindo da igreja em São João de Meriti. Segundo o delegado, as investigações começaram há pouco mais de um ano, a partir de acusações que o coordenador da ONG AfroReggae, José Júnior, fez sobre o suposto envolvimento de Pereira com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Ao longo das investigações, a polícia descobriu que o pastor teria estuprado seis fiéis, entre elas três menores de idade.
""As pessoas [abusadas] não falavam nada, porque têm medo dele. Há depoimentos que dizem que havia armas na igreja. [Nós soubemos que] depois que essas vítimas depuseram, elas foram ameaçadas", relatou o delegado.
Os inquéritos que investigam os outros crimes estão baseados em 30 depoimentos e citam os estupros das meninas. Ouvido informalmente, Pereira disse que é inocente. Segundo o delegado, ele será ouvido apenas em juízo. De acordo com a polícia, pode haver mais 20 estupros de mulheres, que foram citadas em depoimentos.
Uma delas chegou à igreja aos 12 anos e teria começado a ser estuprada aos 14, em 1998 -- relações só teriam terminado oito anos depois. Outra denunciante é a ex-mulher do pastor, que tem dois filhos com ele e disse, em depoimento, também ter sido forçada a ter relações sexuais.

Comando Vermelho

O delegado afirmou também que Pereira visitou o traficante Marcinho VP, apontado pela polícia como um dos principais líderes da facção criminosa Comando Vermelho, por duas vezes, nos presídios federais de Catanduvas (PR) e Mossoró (RN).
O pastor está sendo investigado também por ter  participado do homicídio de Adelaide Nogueira dos Santos, em São João de Meriti, em dezembro de 2006. Segundo o depoimento da mãe da mulher, o pastor tentou abusar da filha, que antes de morrer, começou a investigar os supostos estupros. Três pessoas foram condenadas pela morte da mulher, entre elas, Geferson Rodrigues dos Santos, sobrinho do pastor.

"Perseguição"

No site da igreja, a prisão do pastor é comparada à perseguição sofrida por personagens bíblicos, incluindo Jesus Cristo. "Daniel, Paulo, Pedro, Thiago, João Batista, o próprio Jesus e outros profetas foram presos, caluniados, não tiveram chance de uma ampla defesa sendo condenados por poderosos perseguidores políticos. A igreja Assembléia de Deus dos Últimos Dias declara estar confiante no agir de Deus na vida do pastor Marcos Pereira", afirma a nota da assembleia. Foi através de uma prisão injusta que Deus colocou o plano de salvação, pelo Amor e pelo Perdão, em prática."
O texto ainda agradece o "apoio que chega de todas as partes do Brasil e do mundo" e ressalta que a prisão foi "injusta". "A despeito de todos os sinais de cura e libertação, foi exatamente assim, através de uma prisão injusta, perseguições e calunias que Jesus alcançou o mais necessitados."

Apoio de fiéis

Após a prisão do pastor, cerca de 30 fiéis da igreja de Marcos Pereira fizeram plantão em frente à sede da DCOD, no Andaraí, na zona norte. Mulheres e crianças trajavam vestidos longos, que cobrem o corpo do pescoço aos pés. O traje é comum entre fiéis da Assembleia de Deus dos Últimos Dias. Entre os fiéis, estava o ex- pagodeiro Waguinho, que é missionário da Assembleia de Deus dos Últimos Dias há nove anos. Ao sair da delegacia, Waguinho criticou a ação da polícia e as denúncias de José Júnior. O ex-pagodeiro concorreu à Prefeitura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, nas eleições do ano passado, mas não passou para o segundo turno.
Pelo twitter, o coordenador do AfroReggae comemorou a prisão do pastor: "Quero agradecer a nova gestão da DCOD pelo excepcional trabalho nessa prisão. Dr. Marcio Mendonça num curto espaço de tempo arrebentou!".

Pastor é preso suspeito de estuprar seis fieis no Rio


Do UOL, em São Paulo
O pastor Marcos Pereira foi preso na noite desta terça-feira (7), suspeito de estuprar seis mulheres no Rio de Janeiro. A informação é da "Globo News".
A prisão aconteceu por volta das 22h. Ele é suspeito de abusar sexualmente de seis fiéis da igreja que comanda, a Assembleia de Deus dos Últimos Dias. Uma das vítimas já foi casada com o pastor.
Em depoimento à polícia, uma das mulheres contou que foi estuprada por Marcos Pereira dos 14 aos 22 anos.
Na delegacia para onde foi levado, o suspeito não quis dar entrevista. Ele se limitou a dizer que não tinha detalhes sobre a acusação feita contra ele.
Marcos Pereira ganhou notoriedade por ajudar na reabilitação de dependentes quimícos e resgatar criminosos ameaçados de morte por traficantes.
Em 2004, ele negociou com detentos o fim de uma rebelião em um presídio no Rio de Janeiro.

Maioridade penal... Mais uma vez em foco

    E mais uma vez temos esse assunto nos holofotes da mídia. Agora com o caso de mais um estupro praticado por um menor de idade. Já não é segredo para ninguém que precisamos de leis mais duras e ouso dizer que precisamos também dar mais liberdade polícia e esquecer um pouco os chamados "DIREITOS HUMANOS"

   Fiz uma pequena pesquisa e encontrei uma matéria que reúne alguns casos que ilustram bem esse assunto.

CRIMES PRATICADOS POR MENORES

terça-feira, 7 de maio de 2013

Como se define esse tipo de coisa

   A muito tempo atras eu assisti esse vídeo e fiquei muito revoltado com o seu conteúdo. Mas acho que interessante reabrir esse assunto.

   Assistam e tirem suas conclusões do que o ser humano é capaz.

sábado, 4 de maio de 2013

Por que na China funciona e aqui não?




China condena político à prisão perpétua por corrupção
A China condenou um ex-vice-governador provincial à prisão perpétua por aceitar quase US$ 2 milhões em subornos, a autoridade mais graduada a ser punida desde que a nova liderança do país fez da luta contra a corrupção a sua prioridade.
Huang Sheng, ex-vice-governador da província oriental de Shandong, aceitou mais de 12 milhões de iuans (1,95 milhão de dólares) de organizações e indivíduos, entre 1998 e 2011, informou a agência de notícias oficial Xinhua.
Além da pena de prisão, os bens de Huang foram confiscados, segundo a Xinhua.
O presidente Xi Jinping, que assumiu o cargo em março, em uma transição de liderança de uma vez por década, tem desempenhado uma ofensiva contra a corrupção, alertando que o problema é tão grave que pode ameaçar a sobrevivência do partido.
Até agora, poucas autoridades de alto escalão foram capturadas durante a repressão.

E você o que acha?


Moradores montam isca com mulher e matam suspeito de estupro na Bahia

Um homem suspeito de cometer estupro e depois matar uma moradora do Bairro da Paz, em Salvador, foi torturado e assassinado por populares na quarta-feira (1º), de acordo com o delegado Alex Gabriel Chehade, do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). O corpo do suspeito foi encontrado na tarde desta sexta-feira (3), em um matagal na região, aponta a polícia.
O delegado conta que os moradores armaram uma armadilha para pegar o suspeito de estupro. "Isso está relacionado a um estupro que teve lá há algum tempo. Segundo informações, moradores armaram uma arapuca e colocaram uma mulher. Aí apareceu o cara para atacar essa mulher e eles prenderam. Aí eles torturaram ele e depois mataram", relata Alex Gabriel Chehade.
O delegado conta que o corpo do homem estava sendo procurado desde quarta-feira. A polícia irá investigar se ele foi realmente o responsável pelo estupro da moradora. "De qualquer forma, houve um homicídio e isso não justifica a ação da população. Vai ser apurado e, se constatado que ele foi autor, as investigações do estupro da moradora se encerram e será aberto um novo inquérito para apuração desse novo crime. Se por acaso foi comprovado que ele não foi o autor, seguem duas investigações", explica.
Entenda o caso
Uma mulher de 34 anos foi achada morta com sinais de violência sexual no dia 19 de abril em um matagal na Avenida Paralela. A família da vítima tinha relatado à polícia o desaparecimento na quarta-feira (17).
"Na quarta, ela teria saído do trabalho em Lauro de Freitas [região metropolitana], por volta das 21h. Lá, teria pego um ônibus e, por volta das 22h, deveria ter chegado em casa, no Bairro da Paz, mas não apareceu. Segundo informações que apuramos, por volta desse horário ela foi abordada por um homem na passarela que dá acesso ao bairro onde morava e não foi mais vista", explicou, à época, o delegado que investiga o caso, Alex Gabriel, do DHPP.
A polícia tem conhecimento que aquela região da avenida tem registros de estupros. "Inclusive, no Bairro da Paz, tem uma senhora com um filho de três anos fruto de uma violência sexual", disse. Na ocasião, o delegado disse que o estupro pode ter ocorrido por conta da vítima ter reconhecido o agressor."Pelo que já ouvimos das pessoas, ela era uma mulher religiosa, mãe de dois filhos, muito querida no bairro", lamentou o delegado.

Deixe sua opinião sobre o caso.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Isso se chama Diferença cultural? Ou será que não!



Afegão mata filha em público para lavar a honra da família



Diante de 300 pessoas, um afegão matou em abril passado sua própria filha com um fuzil kalashnikov para lavar a honra da família porque a moça havia fugido com um primo.
Mais de onze anos após a queda do regime dos talibãs, famoso pelas execuções públicas de mulheres, e do início da intervenção ocidental, este novo caso de "crime de honra" no Afeganistão provoca uma enorme indignação, sobretudo porque até o momento ninguém foi detido.
Halima era oriunda de um povoado da província de Baghdis (noroeste), fronteiriço com o Turcomenistão, e fugiu com o primo enquanto seu marido e pai de seus dois filhos estava no Irã, explicou à AFP por telefone o chefe da polícia provincial, Sharafudin Sharaf.
Dois dias depois, o primo abandonou a jovem, que tinha entre 18 e 20 anos. Seu pai a encontrou e a levou para casa.
"Mas as pessoas começaram a falar na aldeia sobre o que havia ocorrido e um sobrinho do pai, um religioso que ensina o Corão em uma escola, disse que sua filha deveria ser punida com a pena de morte", disse Sharaf.
Segundo a organização Anistia Internacional, a execução ocorreu no dia 22 de abril na aldeia de Kookchaheel.
Ela foi realizada diante de 300 a 400 pessoas e foi filmada, segundo uma ativista de direitos humanos de Baghdis, que garantiu à AFP ter visto o vídeo.
"Nele, Halima está ajoelhada e veste um longo chador. Um mulá pronuncia a oração fúnebre e depois seu pai, situado atrás dela, dispara três balas com um kalashnikov a cinco metros de distância", descreveu esta mulher, que não quer revelar sua identidade por medo de represálias. "Depois seu irmão constata sua morte e começa a chorar".
"Disseram que um talibã influente da região havia pedido aos mulás que a condenassem à morte. O conselho religioso optou primeiro pelo apedrejamento, mas, como o primo fugiu, decidiu executá-la mediante disparos", acrescentou.
Em algumas comunidades muçulmanas muito conservadoras, os culpados de adultério morrem executados juntos através do apedrejamento.
Não se sabe com certeza se houve adultério entre Halima e seu primo. Várias fontes locais suspeitam, mas nenhuma confirma.
Segundo a ativista de Badghis, o marido de Halima se opunha à execução e tentou retornar à aldeia antes que a sentença fosse cumprida.
A polícia de Baghdis disse ter ido à aldeia dois dias após o crime, mas o pai de Halima e sua família fugiram do local. "Tentamos detê-los, mas é uma zona instável que faz fronteira com a província de Herat, onde os talibãs são ativos", declarou o chefe da polícia provincial.
"A violência contra as mulheres continua sendo endêmica no Afeganistão e os responsáveis por ela poucas vezes são levados perante a justiça", lamentou a Anistia Internacional.
Sob o regime dos talibãs (1996-2001), as afegãs não podiam trabalhar fora ou estudar.
Agora, aumentam os temores de que a retirada das forças internacionais no fim de 2014 leve à perda dos poucos progressos alcançados em matéria de direitos humanos e de educação e que os religiosos ultraconservadores aumentem sua influência na sociedade afegã.
O Afeganistão adotou em 2009 uma lei contra os casamentos forçados, o estupro e outros abusos cometidos contra as mulheres, mas esta lei não costuma ser aplicada, lamenta a Anistia Internacional e outras organizações de defesa dos direitos humanos.

Matéria retirada do portal Terra.